O goleiro Bruno, do Flamengo e o amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, chegaram ao Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Minas Gerais, no bairro da Lagoinha, em Belo Horizonte, e foi xingado e chamado de "assassino" por uma multidão formada de curiosos. Visivelmente abatido, o jogador pela primeira vez aparentou alguma vergonha diante da reação das pessoas e dos fotógrafos.
Caso Eliza