| Foto: Divulgação

O Conselho Federal de Medicina (CFM), em parceria com os conselhos regionais, lançou na última sexta-feira um site para que pessoas de diversos países cadastrem e busquem crianças desaparecidas. A página tem como primeiro alvo o médico, pela importância que esse profissional pode desempenhar nessa busca – afinal, em algum momento a criança retirada dos pais acabará recebendo atendimento de saúde. A página "Médicos em resgate de crianças desaparecidas" terá uma base com dados do Brasil, de países latino-americanos e de outros de língua portuguesa. O cadastramento pode ser feito por meio de um formulário com informações do responsável, da criança e das circunstâncias do desaparecimento. A apresentação do boletim de ocorrência é obrigatória.

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Crianças desaparecidas 2

A página também indica procedimentos médicos para facilitar a identificação de crianças desaparecidas. Os profissionais são orientados a observar se há semelhanças com os pais ou sinais de agressão, além do comportamento da criança com a família. Outra recomendação é que sempre confiram os documentos do menor de idade e dos responsáveis. O endereço do site é o www.criancasdesaparecidas.org.

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Bicicleta fantasma 1

Na última sexta-feira, os grupos Bicicletada Curitiba e Pedala Pinhais instalaram uma "ghost-bike" no local onde o ciclista Marcelo Ribeiro Reis, 19 anos, morreu atropelado por um caminhão no dia 11 de outubro, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (foto). O motorista justificou o acidente dizendo que não viu o rapaz e que o ciclista "deveria estar na calçada" – ignorando o Código de Trânsito Brasileiro, que dá às bicicletas o direito de compartilhar as vias. Além de homenagear o ciclista, a manifestação tem como objetivo chamar a atenção para a questão do respeito no trânsito, respeito dos motoristas para os ciclistas e pedestres, e também, a falta de estrutura, (ciclovias e ciclofaixas) em uma das avenidas de maior fluxo de veículos – incluindo bicicletas – na cidade.

Bicicleta fantasma 2

As "ghost-bikes" são bicicletas completamente pintadas de branco, colocadas no local onde um ciclista foi morto por um veículo motorizado. É uma forma de homenagear quem morreu pedalando e chamar a atenção para a fragilidade de quem opta por esse meio de transporte. Na maioria dos casos, a "ghost-bike" acaba virando uma espécie de memorial, com o nome do ciclista morto e a data do acidente. A Avenida Paulista, em São Paulo, tem duas "ghost-bikes", em homenagens às ciclistas Márcia Prado e Juliana Dias.

Redação

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A Comissão Permanente de Seleção (CPS) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) lançou neste mês o primeiro número da revista Arquitetura da Redação, para desfazer mitos em torno da prova de produção de texto do vestibular da UEPG. A publicação explica os critérios de avaliação da prova e traz comentários sobre o estilo de texto dissertativo-argumentativo. Também traz textos, classificados como "acima da média", "na média", "abaixo da média" e com "nota zero". Cada texto é seguido de análise realizada por profissionais. Interessados em ter a revista devem entrar em contato com a CPS pelo e-mail cps@uepg.br.

Colaborou: Alexandre Costa Nascimento