Os dois homens que foram presos na manhã desta terça-feira (30) na BR-369, perto de Ubiratã (Oeste do Paraná), apresentaram versões diferentes sobre o destino do explosivo C4, de uso exclusivo do Exército Brasileiro, que transportavam dentro de um carro. Porém, os dois disseram que o artefato veio de Cidade de Leste, no Paraguai.
De acordo com o delegado Gilberto Pereira da Silva, da delegacia de Ubiratã, onde os dois estão presos, o rapaz conhecido como "Careca", de 40 anos, informou que o meio quilo de explosivo ia para São Paulo. O adolescente, de 16 anos, disse que o destino seria a cidade de Maringá, Noroeste do estado.
De acordo com Silva, o explosivo seria usado para estourar uma cadeia. "Eles só iriam transpostar o explosivo, nem sabia da potência disso. Ainda não sabemos ao certo o que o destinatário iria fazer com ela. Os dois rapazes disseram que era para estourar cadeia, mas ainda vamos investigar", contou o delegado.
Perguntado sobre o poder de destruição do artefato, o delegado foi enfático. "Esse meio quilo equivale a 40 quilos de dinamite. Isso dá para destruir um quarteirão inteiro", afirmou Silva.
Os dois rapazes informaram que iriam ganhar R$ 500 cada pelo transporte. O jovem de 16 anos está à disposição do Ministério Público e o "Careca" da Justiça. Segundo Silva, a pena prevista por transportar explosivo varia de 1 a 6 anos.
O explosivo será detonado pelos policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), na quinta-feira às 14h em Ubiratã.
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