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Guilhermina Guinle no papel da socialite Alice, em "Paraíso Tropical" | Reprodução www.globo.com/paraisotropical
Guilhermina Guinle no papel da socialite Alice, em "Paraíso Tropical"| Foto: Reprodução www.globo.com/paraisotropical

A Companhia Brasileira de Logística (CBL) iniciou na quinta-feira (08/11) em Paranaguá, no litoral do estado, a retirada das 2,5 mil toneladas de milho que ainda permaneciam entre os escombros do silo que desabou no início da semana. Dezenas de caminhões foram fretados para transportar a carga até os armazéns da companhia.

Segundo a assessoria de imprensa da CBL, a carga só deverá ser totalmente retirada dos escombros em uma semana. O milho retirado está sendo peneirado no armazém da empresa. Os grãos que apresentarem conformidade com os padrões requeridos pelas normas internacionais serão reintegrados ao estoque da CBL para serem exportados. O restante será descartado.

A Defesa Civil continua monitorando a área do acidente, mesmo após a liberação total da Avenida Portuária, onde havia caído parte do silo de 42 metros de altura. Um segundo silo existente no local, construído com o mesmo material utilizado na construção que ruiu, está sob suspeita de desmoronamento.

Segundo o major Edemílson de Barros, chefe da Defesa Civil no litoral, a CBL tem prazo até a próxima segunda-feira para entregar laudos comprovando a segurança do silo. Ele informou que além do laudo pericial que está sendo preparado pela construtora Vasconcelos, responsável pela execução das obras, a CBL deverá entregar também as conclusões de uma empresa de engenharia de São Paulo, contratada para periciar o local do acidente.

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