Hospitais de Curitiba continuam sentido as conseqüências da paralisação dos fiscais da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que já passa de dois meses. As previsões sobre o término do estoque de alguns medicamentos, feitas semana passada, se confirmaram e, em alguns casos, outros materiais começam a ficar escassos.
Na semana passada o diretor do Erasto Gaetner, Flávio Tomasich, previa que dois medicamentos utilizados no tratamento de diferente tipos de tumor durariam 10 dias, mas o estoque se esgotou nesta terça-feira (25). No Hospital de Clínicas, além do remédio para tratamento de leucemia linfática, mais dois estão sumindo das prateleiras, um para trombose venosa e outro usado por pacientes oncologicos em ciclo de quimioterapia.
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