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A Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou nesta terça-feira a morte de cinco pessoas no Azerbaijão em decorrência da contaminação pelo vírus H5N1, da gripe aviária. Segundo autoridades locais, outras duas pessoas estariam infectadas pelo vírus, uma delas em estado crítico. Com a confirmação das novas mortes, o número de vítimas fatais da gripe aviária, desde 2003, chega a 103 em todo o mundo.

As análises realizadas em um laboratório especializado de Londres confirmaram a presença do H5N1 em sete das onze amostras suspeitas de contaminação. Desses, seis casos foram registrados em um pequeno assentamento de Daikand, no distrito de Salián e apenas um foi noticiado em Tarter.

As mortes ocorreram entre 23 de fevereiro e 9 de março. Entre as vítimas, todas jovens, havia um menino de apenas 10 anos. A OMS suspeita que a infecção em Daikand tenha sido provocada pelo contato das vítimas com cisnes mortos pela doença que não foram devidamente enterrados.

Nesta terça-feira, o Paquistão e a Malásia confirmaram a presença do vírus H5N1 da gripe aviária em amostras de sangue retiradas de aves domésticas e o Egito levantou nova suspeita de contaminação por gripe aviária em humanos. Um menino de 17 anos teria desenvolvido sintomas típicos da doença, após a confirmação de infecção por H5N1 entre as aves da granja pertencente ao seu pai.

Em meio a notificações diárias de novos casos da doença no mundo, o governo palestino resolveu declarar estado de emergência. É uma tentativa desesperada de evitar que o H5N1 chegue ao país, que até o momento não registrou nenhum caso.

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