Foz do Iguaçu - A Polícia Ambiental estourou no domingo uma rinha de galo na zona rural de São Miguel do Iguaçu, a 45 quilômetros de Foz do Iguaçu. No local foram encontradas 96 aves, das quais sete gravemente feridas. No momento da abordagem, cerca de 100 pessoas, entre crianças, mulheres e idosos, ocupavam arquibancadas para assistir à briga.
Denúncia
Os policiais chegaram à rinha por meio de denúncia anônima. Eles autuaram o responsável, Júlio César Bonazza de Lara, e cadastraram pelo menos 38 pessoas presentes no imóvel, situado em uma propriedade rural. Ainda foram apreendidos medicamentos que eram injetados nos animais, seringas e balanças. O promotor da rinha cobrava ingresso de R$ 10.
Bonazza foi encaminhado à polícia, onde foi lavrado termo circunstanciado. Ele disse aos agentes que a rinha funcionava há cerca de quatro semanas. Bonazza responderá por maus-tratos a animais, cuja pena máxima é de um ano de prisão. Ontem, o promotor do meio ambiente, Haroldo Nogiri, fiscais da Vigilância Sanitária e policiais ambientais retornaram à rinha. Eles foram verificar a condição das aves, cujo destino ainda não está definido. Por enquanto os galos permanecerão no local, sob monitoramento da polícia. Segundo Nogiri, as pessoas que estavam assistindo à briga também serão responsabilizadas.
O sargento da Polícia Ambiental, Sandro Roberto Zorzan, diz que os responsáveis pela rinha terão de pagar uma multa administrativa que varia de R$ 500 a R$ 3 mil por cada ave encontrada, totalizando um valor de R$ 48 mil a R$ 288 mil.
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