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Universidade do Porto

Professor pode ser demitido em Portugal por dizer que “brasileiras são mercadoria”

Caso foi registrado na Universidade do Porto, em Portugal, em 2021 (Foto: Divulgação / Universidade do Porto)
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Um professor deve ser demitido da Universidade do Porto, em Portugal, depois de afirmar que “brasileiras são mercadoria”. A informação sobre o motivo da demissão foi publicada pelo blog “Portugal Giro”, do jornal O Globo. O docente, da Faculdade de Economia, teria sido denunciado por quase 130 alunos após as declarações. O caso ocorreu em 2021, mas o desfecho ficou para 2022.

Jornais portugueses e brasileiros publicaram no ano passado que o professor já havia sido suspenso por 90 dias após denúncias por causa dessa e de outras falas que foram consideradas xenófobas pelos universitários e pela instituição de ensino superior do Porto.

Meses depois, em fevereiro de 2022, foi publicado no Diário da República o documento que oficializa a intenção de desligar o docente - não cita o motivo e é público. O texto informa que o resultado do Processo Disciplinar aberto por Despacho do Diretor da Faculdade de Economia foi “parecer favorável à proposta do instrutor de aplicação da sanção de despedimento disciplinar”.

O professor não foi notificado devido a um problema relacionado ao endereço dele, mas consta no despacho que o docente ainda pode se pronunciar sobre a decisão, caso queira.

O despacho está datado de 9 de fevereiro de 2022 e é assinado pelo reitor da Universidade do Porto, António Manuel de Sousa Pereira. O caso deve ser finalizado com a publicação de um novo documento por parte da universidade com a decisão final sobre a demissão.

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