O Supremo Tribunal Federal (STF) negou, nesta terça-feira (11), conceder liberdade ao ex-goleiro Bruno Fernandes de Souza, condenado pela morte de Eliza Samudio, em 2010. A decisão foi unânime e ele continua cumprindo pena no presídio Nelson Hungria, na cidade de Contagem, em Minas Gerais. A decisão levou em conta a gravidade do crime cometido por Bruno e a forma como foi cometido.
O advogado Lúcio Adolfo havia pedido ao Supremo a modificação do regime de prisão fechada para a domiciliar. A alegação era de que Bruno tem uma proposta da diretoria para jogar no Boa Esporte Clube, de Varginha, no Sul de Minas
Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, em março deste ano, pela morte de Eliza. De acordo com a sentença proferida pela juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, no Fórum de Contagem, em Minas Gerais, o ex-atleta recebeu as penas de 17 anos e seis meses, em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado; três anos e três meses, em regime aberto, pelo sequestro de Bruninho, seu filho com Eliza; e um ano e seis meses, em regime aberto, por ocultação de cadáver.
Por causa do benefício da progressão de regime, a tendência é de que a partir de 2017 ele poderá entrar com recurso para o regime semi-aberto, pois já cumpre pena há quase três anos.
Soraya Thronicke quer regulamentação do cigarro eletrônico; Girão e Malta criticam
Relator defende reforma do Código Civil em temas de família e propriedade
Dia das Mães foi criado em homenagem a mulher que lutou contra a mortalidade infantil; conheça a origem
Rotina de mães que permanecem em casa com seus filhos é igualmente desafiadora