O presidente do Conselho do Sesc-Rio, Orlando Diniz, e o diretor da instituição Luiz Oddone reassumiram na última quinta-feira (02) suas funções, amparados por liminar concedida pelo juiz Luiz Umpierre de Mello Serra, da 50 Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio. Desde o último dia 13, o Sesc Nacional apura supostas irregularidades em oito contratos de projetos culturais. A decisão não impede que a auditoria continue.
Os deputados estaduais Édino Fonseca (PR) e Paulo Ramos (PDT) protocolaram na quarta-feira, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), requerimento para instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso.
O presidente da Casa, Paulo Melo (PMDB), disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que analisará o pedido na próxima segunda-feira, após recebê-lo da mesa diretora.
Em nota, o Sesc-Rio afirmou que o deputado Édino Fonseca tem feito "oposição sistemática" à instituição. O corpo jurídico do Sesc também considera que não há fundamentação legal para a abertura de uma CPI.
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