Pivô da crise na Petrobras, o ex-diretor da estatal Nestor Cerveró recebeu elogios do Conselho de Administração da empresa, presidido pela então ministra da Casa Civil Dilma Rousseff, no mesmo dia em que ela diz ter tomado conhecimento de cláusulas omitidas por ele à época da aprovação da compra da refinaria de Pasadena (EUA), em 2006. Na reunião, de 3 de março de 2008, os conselheiros decidiram transferir Cerveró da diretoria internacional da estatal para a diretoria financeira da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras. Naquele mesmo dia, segundo nota da semana passada pelo Planalto, o conselho da Petrobras tomou conhecimento de duas cláusulas no contrato da compra da refinaria que acabaram causando um prejuízo de US$ 1 bilhão à estatal. Cerveró foi acusado de ser o responsável pelo laudo "falho" que levou ao mau negócio.
Bolsonaro e mais 36 indiciados por suposto golpe de Estado: quais são os próximos passos do caso
Bolsonaro e aliados criticam indiciamento pela PF; esquerda pede punição por “ataques à democracia”
Deputados da base governista pressionam Lira a arquivar anistia após indiciamento de Bolsonaro
A gestão pública, um pouco menos engessada
Deixe sua opinião