Brasília (Folhapress) Três funcionários da rede de restaurantes Fiorella confirmaram a versão de que o empresário Sebastião Augusto Buani pagou propina ao presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE), para manter um contrato de arrendamento de um dos restaurantes da Câmara.
Os garçons Hélio Antônio da Silva e Rosenildo Soares e o maître José Ribamar da Silva afirmaram ontem que chegaram a levar dinheiro em 2003 ao deputado dentro de envelopes. "A filha do Buani (Gisele, diretora-financeira da rede) me entregava o envelope e dizia para tomar cuidado porque tinha dinheiro dentro. Eu entrava na sala e entregava para funcionários do deputado Severino Cavalcanti, dizendo que era uma encomenda do (restaurante) Fiorella", disse Silva. Segundo o garçom, ele fez o percurso do restaurante localizado no 10.º andar da Câmara até o gabinete de Severino pelo menos "umas três vezes".
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