30 mil famílias podem perder propriedades rurais com a demarcação de terras indígenas no Rio Grande do Sul, segundo agricultores gaúchos.
O governo federal decidiu suspender o processo de demarcação de terras indígenas no Rio Grande do Sul e vai pedir novos estudos sobre as áreas, a exemplo do que ocorreu no Paraná. A decisão tem como objetivo amenizar a tensão entre índios e proprietários rurais que se intensificou nos últimos meses, após o início da demarcação de áreas pela Funai.
No Paraná, a mesma medida foi tomada no início do mês, a pedido da Casa Civil. A ministra Gleisi Hoffmann já prometeu fazer o mesmo em Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, onde processos de demarcação também são motivos de disputas entre índios e fazendeiros.
No caso do Rio Grande do Sul, ficou acordado que o governador Tarso Genro (PT) irá enviar um ofício à Casa Civil detalhando a situação, para que então a pasta encaminhe uma solicitação a fim de que outros órgãos, além da Funai, façam estudos sobre as demarcações.
Alta de preços deteriora popularidade de Lula no Nordeste e impõe desafio para o PT na região
Sob o comando de Alcolumbre, Senado repetirá velhas práticas e testará a relação com o governo
A diplomacia lulopetista se esforça para arruinar as relações Brasil-EUA
TRE-SP cassa mandato da deputada Carla Zambelli
Deixe sua opinião