A líder do PT na Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputada Érika Kokay, quer o acompanhamento de promotores do Ministério Público do Distrito Federal no retorno dos trabalhos da Casa na próxima segunda-feira (11).
Segundo a deputada distrital, o pedido foi feito na última sexta-feira (8). O motivo é evitar, segundo ela, o uso de recursos públicos para levar à Câmara Legislativa manifestantes à favor do governador José Roberto Arruda, investigado pela Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. A acusação é de envolvimento em esquema de pagamento de propina para parlamentares da Câmara Distrital e assessores do governo.
"Isso aconteceu no ano passado. Não podemos permitir esse uso da máquina pública", disse a deputada. Ainda não houve resposta do Ministério Público sobre o pedido.
Kokay lembrou que também na próxima segunda-feira será feito o pedido de afastamento do presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente (sem partido). Prudente foi flagrado em vídeo colocando dinheiro, do suposto esquema de propina, nas meias. A ideia é que o pedido de afastamento seja votado no mesmo dia.
O deputado distrital recusou o pedido feito por seus colegas da Mesa Diretora para se afastar do cargo enquanto a Casa investiga o esquema de pagamento de propina. Prudente se licenciou do cargo depois do início da Operação Caixa de Pandora.
O pedido para que não voltasse a assumir a presidência da Câmara Legislativa foi feito pelos deputados distritais Wilson Lima (PR), Mílton Barbosa (PSDB) e Cabo Patrício (PT), membros da mesa diretora, em uma reunião informal na tarde da última sexta-feira.
A festa da direita brasileira com a vitória de Trump: o que esperar a partir do resultado nos EUA
Trump volta à Casa Branca
Com Musk na “eficiência governamental”: os nomes que devem compor o novo secretariado de Trump
“Media Matters”: a última tentativa de censura contra conservadores antes da vitória de Trump
Deixe sua opinião