Albuquerque e Haustuff, fundadores da Radiola Records. (Foto: Divulgação)| Foto:

Curitiba sempre esteve na vanguarda da música eletrônica no Brasil. A história dos clubs, DJs, festas, labels que nasceram na cidade, revela a vocação da capital paranaense em fomentar e também exportar a cultura da música eletrônica para outros grandes centros.

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A Radiola Records é exemplo disso. Com sede em Curitiba, tornou-se o primeiro co-working de música eletrônica do mundo, fundado em 2011, envolvendo DJs, VJs, produtores musicais e diversos colaboradores conectados à cultura eletrônica.

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O blog reuniu alguns dos depoimentos que os integrantes do coletivo deram à Dan Polastri para a matéria sobre os cinco anos da Radiola Records, na edição número 45 da revista House Mag. Confira o sentimento dessa turma.

Albuquerque

Em 2011 ainda nem se falava de ambientes co-working, a expressão não era muito conhecida. Nós queríamos criar um ambiente onde vários artistas com o mesmo propósito pudessem compartilhar suas experiências, equipamentos e estúdios uns com os outros, em um ambiente agradável, de muita criatividade.

Haustuff

Fundamos a Radiola para expor nossas músicas e valorizar os artistas locais que se enquadram no contexto da label. Estou vivendo uma felicidade imensa em conjunto a tantas pessoas com mesmo interesse, sempre sonhei com isso!

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Toshiro

Quando o Radiola começou com a idéia da casa, já naquela época achei que seria algo revolucionário no meio da música eletrônica, mas até então nem passava pela cabeça fazer parte. Depois de 1 ano e alguma coisa… nosso crew de VJs, Luma Noise (Eu, Nytro e Henrique), já estavamos desenvolvendo alguns trabalhos nas festas que o Radiola fazia, nesse período surgiram 2 estúdios vagos na antiga casa do Água Verde e onde fomos convidados a fazer parte do coworking.

A casa nova em si já é um caso a parte, nosso country club particular… rsrsrs, mas é um ambiente de trabalho, bem descontraído diga-se de passagem, seja na produção musical, na produção das festas ou no meu caso na produção de vídeos. O Radiola foi criado bem com essa intenção mesmo, convivência criativa entre os integrantes, cada um vai no estúdio do outro, troca de idéias, um colabora com o outro e assim vai crescendo o trabalho de todos.

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Henrique Corrêa

Minha relação com o radiola começou logo em 2012, com o projeto do live stream nessa época o Luma Noise estava dando os primeiros passos junto com o Radiola, na época eu também comecei a estudar produção musical com o Haustuff e em 2014 rolou o convite para participar do grupo. Montei meu estúdio na antiga sede no Água Verde e o que mais me chamou a atenção foi união e comprometimento em organizar um trabalho que agrega música de qualidade e o reconhecimento de talentos e trabalho independente de interesses alheios ou rótulos.

O mais marcante para mim é, apos uma festa, ver a reação e as experiências positivas que o público recebe. O Radiola é um estilo de vida para mim, nós somos uma família. Convivemos dia a dia trocando informação e experiências em conjunto, todos do grupo interagem e se ajudam. Eu atualmente tenho um estúdio com um projeto em andamento de uma radio de música eletrônica 24 hrs, trabalho em conjunto com os outros VJs no livre stream e nas festas, também sou o designer encarregado por todas as artes das festas e ações do radiola, coordenados pela curadoria artista do Haustuff e Albuquerque.

Mateus B (Jayboo)

Entrei para a Radiola em novembro de 2015. O que mais chamou a atenção foi o sonho de ter um estúdio que me permitisse fazer barulho 24h. O ponto mais marcante em fazer parte da Radiola é a troca de informações diária com os outros produtores do núcleo, além claro de sair pelos estúdios da casa testando às músicas em outros monitores de áudio.

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