

Os principais envolvidos na formação do cenário eleitoral paranaense têm sido muito mais silenciosos do que o usual. Os irmãos Alvaro e Osmar Dias não têm atendido o ntelefone, falam pouco com a imprensa e usam menos até as ferramentas virtuais, como o Twitter.
Alvaro Dias é conhecido entre os jornalistas por nunca recusar uma entrevista. Basta ligar para o celular do senador. Se ele não puder atender na hora, liga em seguida para o jornal, perguntando quem queria falar com ele.
Osmar é um pouco menos amistoso com a imprensa, mas também costuma falar com tranquilidade.
Nos últimos tempos – mais precisamente desde a segunda-feira passada, oito dias atrás – nenhum dos dois atende o celular para a imprensa.
Para falar com Alvaro depois que sua indicação à vice de Serra vazou, a Gazeta teve de mandar o correspondente André Gonçalves a Cuiabá. Por telefone, nada feito.
Osmar deixou seu celulares na última semana com assessores. Eles atendem dizem que o senador não irá falar e pronto.
No Twitter, Osmar sumiu. Alvaro até aparece, mas só para responder a leitores ou comentar jogos da Seleção. Nada de relevante é dito.
Tudo em compasso de espera pelo dia 30. Que, aliás, é amanhã.
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