Returno do Paranaense começou sob o signo das vaias

Se muitos consideraram o Turno do Campeonato Paranaense – Taça Dionísio Filho – com baixo nível técnico na maioria dos jogos, o Returno – Taça Caio Júnior – começou sob o signo das vaias.
Sinal de que não houve evolução tática e técnica das equipes participantes.
Até parece que o futebol estadual inspirou-se na famosa lei de Murphy, segundo a qual algo que pode dar errado, dará. Ou, no caso, algo que pode piorar, vai piorar.
No sábado o time reserva do Atlético reapareceu depois de ter sido eliminado nos pênaltis, pelo Rio Branco, na semifinal do campeonato. Não jogou muito mal, venceu o União, de Francisco Beltrão, por 1 a 0 com gol de João Pedro – o seu melhor jogador, desperdiçou inúmeras oportunidades para ampliar o escore e saiu vaiado de campo.
Aliás, a torcida atleticana – apenas 4.600 pessoas na Arena da Baixada – especializou-se em apupar a equipe, seja a principal, que não vem mostrando grande coisa na Copa do Brasil, ou a suplente, que se arrasta na competição estadual.
No complemento da rodada mais vaias.
Dos torcedores do Paraná que mesmo estreando novo treinador – Rogério Micale – apenas empatou com o Cianorte. Está difícil para o Tricolor recompor a formação e engrenar de vez nesta temporada.
No Alto da Glória mais vaias, daí para o time reserva do Coritiba que foi goleado pelo Maringá.
Satisfeito com a conquista do Turno, Sandro Forner anunciou que iria “rodar o elenco” e deu no que deu: 3 a 0 para o visitante.
Nem os meias armadores Ruy e Galdezani, que já perfilaram no time de cima, conseguiram apresentar melhor futebol para ajudar o Coxa na largada da Taça Caio Júnior.
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Antônio Carlos Carneiro Neto nasceu em Wenceslau Braz, cresceu em Guarapuava e virou repórter de rádio e jornal em Ponta Grossa, em 1964. Chegou a Curitiba no ano seguinte e, mais tarde, formou-se em Direito. Narrador e comentaris...