Em entrevista ao programa Entrelinhas, a candidata à prefeitura de Curitiba Cristina Graeml (PMB-PR) revelou que contará com o apoio do candidato Pablo Marçal (PRTB-SP) no segundo turno. Graeml ressaltou as semelhanças entre as duas campanhas e os desafios enfrentados por ambos. "Estamos representando uma parte considerável do eleitorado conservador, que não aceita mais ter as suas inteligências subestimadas pelos gestores públicos", declarou. A candidata mencionou que seus coordenadores de campanha já estão em contato. “Inclusive por isso que eu fui a São Paulo dias atrás”, acrescentou.
Cristina destacou que, apesar de Marçal não ter avançado ao segundo turno em São Paulo, ele pode trazer contribuições importantes devido à sua experiência com campanhas midiáticas. A candidata apontou que ambos enfrentam as dificuldades de serem de partidos pequenos, mas compartilham uma visão em comum quanto à representatividade dos eleitores conservadores.
Ao abordar possíveis coligações para o segundo turno, Graeml afirmou que sempre esteve aberta ao diálogo com partidos alinhados a seus valores. "Conversei praticamente com todos os partidos com os quais era possível conversar", disse, descartando alianças com legendas de esquerda. Apesar muitas siglas terem se coligado com seu adversário Eduardo Pimentel (PSD), ela ressaltou que vereadores eleitos de diversas legendas já demonstraram apoio à sua candidatura.
Além disso, a candidata anunciou a participação da Dra. Raíssa Soares, ex-secretária de Saúde de Porto Seguro - BA, que estará em Curitiba para estudar o sistema de saúde local e integrar sua equipe durante a segunda etapa das eleições.
Na entrevista, Cristina ainda criticou o que classificou como "abuso de poder político e econômico" durante o primeiro turno, mencionando o suposto boicote de institutos de pesquisa e o desconhecimento de eleitores sobre sua candidatura. “Muitos eleitores me pararam dizendo: 'Mas você é candidata?'”, relatou.
Apesar disso, Graeml disse estar otimista e destacou a importância da nova etapa para sua campanha e a oportunidade de conquistar eleitores indecisos. “A minha força no momento que eu posso ter, é o eleitor, é o curitibano, é o povo, com quem estou muito conectada”, concluiu.
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