Crédito:Visualhunt
Frente a esta dicotomia de papeis, as vezes esquece que quem ama educa, impõe limites, regras de convívio, disciplina. Ouve-se muito a frase: “Já fico tão pouco com eles”. Abre-se assim algumas distorções na educação. Precisa-se pensar em certas atitudes permissivas que parecem corretas mas na verdade só servem para aplacar culpas.
Cuide de suas culpas pela ausência, ensine seu filho a importância do SER, o TER é consequência, pare de fazer trocas – “Se você fizer isso, ou tirar boas notas, ganha isso” – ou mesmo ameaças que nunca poderão ser cumpridas, pois a criança é inteligente e percebe a fraqueza dos pais e sabe muito bem como jogar. Cabe ao adulto ser seguro em suas decisões para que a criança aprenda a confiar.
Mude o olhar e as atitudes, reveja as culpas pela ausencia,esqueça o vou dar a meu filho tudo que não tive, quando ele crescer ele aprende, lembre-se voce é o porto seguro do seu filho, é no seu exemplo que ele irá mirar-se e ser o adulto que você espera que seja, ensine-o a agradecer, a usar o por favor e o obrigada, solicite a ajuda dele nos afazeres da casa, como manter seu quarto arrumado, etc, de a ele responsabilidades, reforce suas qualidades ao invés de apontar seus defeitos.
E o mais importante quando estiver com seu filho, esteja presente de corpo e de alma, pois este é o verdadeiro amor e eles percebem.
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