Para quem anda (e são muitos, muitos) reclamando do serviço de telefônicas e de outras empresas (sem falar da imbatível Ambev), o professor Afronsius, sem pretender esboçar uma defesa das ditas cujas, lembrou que já foi pior.
É que, lendo uma crônica de Stanislaw Ponte Preta, de 1968, deparou-se com a prova de que procedia inteiramente a observação da fina flor dos Ponte Preta quanto à televisão:
– A máquina de fazer doido.
Nas páginas
Conta o Lalau (o nosso Lalau, o boa gente) que saiu um anúncio no Correio Braziliense: “Precisa-se de um macumbeiro que entenda bastante de televisão”. E vem a queixa do consumidor, conforme o registrado no livro A Revista do Lalau:
– Tem que ter prática de macumba e também entender de qualquer defeito de televisão para saber se o defeito é da Repetidora de Anápolis ou se é das estações de Goiânia, porque já faz 3 anos que estou tentando descobrir o defeito.
Já cheguei à conclusão que para descobrir o defeito só por meio de macumba.
Dizem em Anápolis que o defeito é de Goiânia e, em Goiânia, diz-se que o defeito é da Repetidora de Anápolis, eu acredito em ambas as partes.
Comentário do Lalau
Stanislaw informa que o anúncio foi assinado e que “a gente só está transcrevendo para provar a nossa tese de que a maior máquina de fazer doido ainda é a televisão. Tem gente que achando que é o telefone, mas não. O telefone já está dando direito a psicanalista, mas a televisão está mandando o cara direto para o hospício”.
Natureza Morta e Beronha concordaram.
– A questão hoje é saber se ainda tem vaga no hospício…
ENQUANTO ISSO…
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