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Polêmicas à parte, assistir aos capítulos de “Verdades Secretas” é uma deliciosa aventura pelos easter eggs (segredos ‘escondidos’) nas cenas. Comecei a reparar, que ao fundo de uma cena, quando uma tevê está ligada, geralmente é um filme que está passando. Em duas vezes, notei obras relacionadas ao mundo da moda como “O Diabo Veste Prada” (logo nos primeiros capítulos, na agência de Fanny) e o clássico “Bonequinha de Luxo”, assistido por Fábia (Eva Wilma).

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Além dessas referências implícitas – não está claro se foi uma indicação do autor Walcyr Carrasco no texto ou uma sacada genial da direção de Mauro Mendonça Filho – há também, claro, o “Cinquenta Tons de Cinza”, além das cenas de Alex (Rodrigo Lombardi), em um diálogo em que houve a menção à “Cinquenta Tons de Rosa”, em relação ao book de modelos que se prostituem,

Com relação à direção de Mauro Mendonça Filho cabe um comentário: quem o acompanha de outros trabalhos sabe que ele não poderia apresentar um trabalho nada menos do que excelente. A fotografia “colorido dark” de São Paulo com todos os seus coloridos e os takes de câmeras não-convencionais para a televisão o colocam no mesmo patamar de Amora Mautner. Juntos, eles são a nova geração dos diretores de núcleo, que buscam inovar, com qualidade e, ao mesmo tempo, contar boas histórias. Ainda bem.