Desde o estouro da crise financeira, em 15 de setembro, o governo brasileiro vem anunciado medidas para conter seus efeitos no país.

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19 de setembro – Com a falta de linhas externas de crédito para o Brasil, o BC passou a fazer leilões casados de compra e venda de dólares: o BC vende a moeda para os bancos, que se comprometem a revender os recursos ao BC depois de um determinado período

24 de setembro – O BC aumentou de R$ 100 milhões para R$ 300 milhões o desconto dado no compulsório a ser recolhido pelos bancos, dando um alívio para as instituições de pequeno e médio porte.

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2 de outubro – O BC anunciou que dará um desconto no valor do recolhimento compulsório aos bancos que comprarem parte da carteira de crédito de instituições financeiras de menor porte.

8 de outubro – O BC ampliou de R$ 300 milhões para R$ 700 milhões o "desconto" a ser dado no compulsório sobre depósito a prazo a ser recolhidos pelos bancos.

8 de outubro – O BC começou a vender dólares no mercado de câmbio, na tentativa de aumentar a oferta da moeda dos EUA e conter a desvalorização do real.

13 de outubro – Foi elevado de R$ 700 milhões para R$ 2 bilhões o desconto a ser dado sobre valor do compulsório que incide sobre os depósitos a prazo dos bancos. Foram dados incentivos adicionais para bancos grandes que injetarem dinheiro em instituições menores.

20 de outubro – O BC começou a emprestar dólares para bancos que se comprometam a aplicar os recursos em linhas de financiamento para exportadores. Pelo empréstimo, as instituições financeiras oferecem títulos da dívida externa como garantia e pagam juros equivalentes à taxa Libor (cerca de 4% ao ano) mais 0,11%.

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