Um segmento de importados em que ninguém nega ter havido barateamento em 2006 é o da informática para alegria de consumidores vidrados em equipamentos novos. Com o preço da importação mais baixo, algumas redes de supermercados ou varejistas de eletroeletrônicos conseguiram derrubar a tabela e fizeram as vendas explodir, em alguns casos, em mais de 100%.
As "butiques" do ramo também se beneficiaram com o câmbio em queda, como a rede Eletromix, que tem três lojas em Curitiba. O comprador Alcy Ferreira estima que desde 2005 os preços ao consumidor tenham caído de 20% a 40%. As vedetes são mouse, teclado e tocador de MP3. "Vai continuar barateando este ano. Além do câmbio, importar está cada vez mais fácil e o contrabando foi bastante reprimido."
Já os cosméticos importados, sonho de consumo de muitas mulheres, seguiram o exemplo das bebidas finas e só caíram de preço em casos isolados. É o caso da rede Laffayette, que se surpreendeu quando uma das importadoras de quem compra iniciou uma promoção com preços iguais aos encontrados nas áreas internacionais dos aeroportos. "Nossos consumidores viajam muito e comparam o preço, por isso esse posicionamento está dando muito certo", diz a gerente da loja do Mueller, Patrícia Brasil. Um dos perfumes foi de R$ 221 para R$ 114.
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