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Novato na função de técnico, Tcheco encontrou uma solução tática interessante para driblar a falta de opções ofensivas do Coritiba na partida contra o Botafogo, que será mantida no duelo decisivo deste domingo com o São Paulo. Na vitória por 2 a 1 sobre o time carioca, a inovação foi a escalação de dois volantes/meias pelos lados, Gil e Carlinhos. Eles ajudaram na marcação, fizeram uma boa parceria com os laterais Victor Ferraz e Diogo e se aproximaram de Alex e Deivid na frente.

No campo abaixo, o time que será escalado amanhã em Itu. A diferença é a entrada de Julio César no lugar do suspenso Deivid no ataque. Justo no momento em que o camisa 9 reencontrava o ritmo após longo período se recuperando de lesão. Contra o Botafogo, fez um gol e deu a assistência para Alex marcar o outro. Também foi o responsável pela grande chance do Alviverde quando o placar ainda estava 0 a 0, ao tabelar com Carlinhos e deixá-lo na cara do gol.

Deivid ficou afastado durante a maior parte do campeonato e o time sentiu muito sua falta. Os técnicos Marquinhos Santos e Péricles Chamusca, antecessores de Tcheco, tentaram ocupar a vaga com Bill, Keirrison, Jânio e Julio César. Tirando Keirrison, que ainda não está bem fisicamente, Julio César foi quem teve os melhores momentos. Ficou longe, porém, da produção do titular. Pelo menos as características não são tão diferentes. Assim como Deivid, ele sai muito da área para buscar a bola e abrir espaços para quem vem de trás. Não tem, porém, a mesma qualidade no passe e na finalização dentro da área. O que pode aproveitar é o chute forte de média e longa distância.

Sem um jogador de velocidade na frente – após a contusão de Geraldo –, as descidas de Gil e Carlinhos são a principal opção para deixar o time mais dinâmico e equilibrado com a característica técnica, porém lenta, de Alex e o esforço de Julio César.

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