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A sentença do julgamento envolvendo o Atlético, o Bragantino e o jogador de futebol Marcos Aurélio só deve ser conhecida na segunda semana de fevereiro. Na manhã desta sexta-feira, na 11.ª Vara do Trabalho de Curitiba, chegou o fim a audiência que havia sido iniciada no último dia 19, mas que foi interrompida por ter se alongado demais.

Estiveram presentes os advogados do Atlético, Marcos Malucelli e Diogo Braz, além dos representantes Marcos Aurélio, Fernando Barrionuevo, e do Bragantino, William Castilho.

No encontro desta sexta foram ouvidos os depoimentos de todas as testemunhas envolvidas no processo que julga a tutela antecipada que proíbe o atacante de atuar por qualquer outro clube, que não o Atlético. Dois recursos que foram protocolados pelo jogador para tentar derrubar a primeira decisão da Justiça já haviam sido negados.

Marcos Aurélio e seus representantes ingressaram com nova petição para que a primeira decisão seja revista, já que o Santos pretende escrever o jogador para as disputas da 1.ª fase da Copa Libertadores. O pedido será analisado pela juíza responsável, mas as inscrições para o torneio se encerram nesta segunda-feira.

Em abril de 2006, o Atlético-PR acertou o empréstimo do jogador que pertence ao Bragantino-SP e recebeu a preferência para a compra de 50% dos direitos federativos no fim do contrato. Para concretizar o negócio, o Furacão teria que depositar o valor estipulado, R$ 450 mil (ou pelo menos uma parcela desse valor) para poder contar com o jogador para a temporada 2007.

O negócio só seria concretizado com o consentimento do jogador, o que não aconteceu. O Atlético garante que fez o depósito de uma parcela, mas mesmo assim o jogador não se reapresentou como esperado. O Bragantino diz que não recebeu e negociou com o Santos.

Entenda todo o caso e saiba a opinião dos dois advogados (do Atlético e do jogador).

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