O avanço da facção radical Estado Islâmico (EI) pode criar uma aliança improvável no Oriente Médio. Israelenses e palestinos, envolvidos em décadas de conflitos e de agressões mútuas, começam a estabelecer uma estratégia conjunta contra o inimigo comum.

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Governos dos dois lados agem contra o aparecimento de militantes do EI, animados com as vitórias na Síria e no Iraque. A preocupação é com a faixa de Gaza, controlada pelo islâmico Hamas. Para alguns, essa preocupação pode levar a uma cooperação, mesmo que secreta, entre Israel e Hamas.

Segundo relatos não confirmados, nos últimos meses Israel tem conversado com o Hamas no Qatar e na Europa. A mediação estaria sendo feita pelas Nações Unidas.

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A ideia seria chegar a uma “hudna” (calmaria) entre os dois lados para que ambos possam tomar medidas contra o EI sem retomar o conflito do ano passado, que deixou mais de 2,3 mil mortos (2.251 palestinos e 73 israelenses).