A regulamentação do serviço de transporte compartilhado de passageiros por meio de aplicativos, como Uber, Cabify e similares, já rendeu R$ 1,43 milhão aos cofres da prefeitura de Curitiba. O montante diz respeito ao total repassado pelas empresas que operam a partir das plataformas de celular ao município, entre 21 de setembro (data a partir da qual a regulamentação começou a valer) até o dia 7 de novembro. O pagamento é calculado com base no “preço público”, que é uma tarifa vinculada ao quilômetro percorrido e à distância das corridas feitas por intermédio dos aplicativos.
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Segundo a prefeitura, estão autorizadas a atuar em Curitiba as empresas Uber, Cabify, 99 Pop e Ecodrivers. De acordo com a regulamentação, as companhias pagam R$ 0,08 por quilômetro rodado, no caso de corridas que tenham trajeto de até cinco quilômetros; R$ 0,05 por quilômetro, em viagens que tenham percurso entre cinco e dez quilômetros; e R$ 0,03, para trajetos superiores a dez quilômetros. Os repasses são feitos pelas empresas mensalmente, até o quinto dia útil de cada mês.
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O transporte de passageiros operacionalizado por aplicativos foi regulamentado por meio de decreto do prefeito Rafael Greca (PMN), publicado em julho. Entre as regras estabelecidas, está a obrigatoriedade de que os veículos vinculados às plataformas de celular sejam emplacados em Curitiba. Posteriormente, o prefeito alterou o decreto, dando prazo de um ano para que os operadores se adequem a exigência.
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