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"Lost highway" foi gravado em Nashville | Divulgação/site da banda
"Lost highway" foi gravado em Nashville| Foto: Divulgação/site da banda

Prefeito de Fênix é indiciado pela polícia

No mês de maio deste ano, o prefeito de Fênix, Aristóteles Dias dos Santos Filho (PMDB), foi indiciado pela polícia como co-autor do assassinato de Manoel Custódio Ramos, ex-prefeito da cidade.

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O prefeito de Fênix, Aristóteles Dias dos Santos Filho (PMDB), se entregou na tarde de terça-feira (19) na delegacia de Engenheiro Beltrão, no Noroeste do estado. Ao saber que o Tribunal de Justiça aceitou o pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público (MP), Santos Filho se antecipou à polícia e se entregou de forma espontânea.

"Ele se entregou porque sabia da decisão do Tribunal de Justiça. Assim que ficou sabendo da prisão preventiva o prefeito se entregou imediatamente, foi muito rápido. Nós estávamos montando o esquema para realizar a prisão, mas o prefeito chegou antes", afirmou o delegado José Nunes Furtado, da Polícia Civil de Engenheiro Beltrão.

O delegado não sabe informar quanto tempo o prefeito vai ficar preso. "O advogado deve recorrer e pedir um habeas-corpus", explicou Furtado. O prefeito Santos Filho é acusado de encomendar a morte de Manoel Custódio Ramos, que no ano passado era o prefeito de Fênix.

A reportagem da Gazeta do Povo Online está tentando o contato com o advogado de defesa de Aristóteles Dias dos Santos Filho para comentar a prisão.

O caso

Manoel Custódio Ramos foi assassinado em fevereiro de 2006, após estacionar o carro na garagem de sua residência. Um homem teria o chamado no portão e ao atender, Ramos foi atingido com quatro tiros no tórax e cabeça. O prefeito teve morte instantânea.

No mês passado, policiais civis de Engenheiro Beltrão prenderam o funcionário público da prefeitura de Fênix, Sidney Aparecido Farias, de 34 anos, acusado de ser o mandante da morte de Ramos. Sidney foi preso após policiais de Londrina prender Luiz Pereira de Souza Junior, de 30 anos, acusado de ser o autor do crime. O funcionário da prefeitura foi exonerado do cargo.

Souza teria sido contratado por Sidney por R$ 15 mil para executar o prefeito, mas teria recebido apenas R$ 1,7 mil. Escondido em Rondônia, Souza veio ao Paraná para receber o restante do pagamento quando foi preso. Em depoimento a polícia, Souza confessou a autoria do crime e apontou Sidney como mandante e o atual prefeito, Aristóteles Dias dos Santos Filho, como co-autor do homicídio.

Conforme a denúncia criminal apresentada ao TJ, Aristóteles teria arquitetado o crime junto com Sidney após Ramos ter tomado decisões contrarias ao interesse dos dois.

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