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Sem-terra tocam seus 200 bois para dentro da área que foi ocupada pela segunda vez, em Marilândia do Sul | Maurício Borges/Gazeta do Povo
Sem-terra tocam seus 200 bois para dentro da área que foi ocupada pela segunda vez, em Marilândia do Sul| Foto: Maurício Borges/Gazeta do Povo

Marilândia do Sul - Duas semanas depois de terem sido expulsos da Fazenda Antarctica, no Município de Marilândia do Sul, Norte do Paraná, o Movimento dos Agricultores Sem-Terra (Mast), está de volta na área. E, nos últimos dias, o grupo também levou de volta à fazenda, quase todo o seu rebanho de gado leiteiro, com cerca de 200 bovinos. Na reintegração de posse da área, cumprida pela Polícia Militar, o Mast também havia sido oficiado sobre um "interdito proibitório", concedido pela Justiça ao proprietário da fazenda – a medida era destinada a impedir novas ocupações.

A boiada, que estava numa propriedade à margem da BR-376 (Rodovia do Café) foi tocada de volta à Fazenda Antarctica, no estilo pantaneiro, sendo conduzida por rodovias, ruas da cidade e estradas rurais.

Os sem-terra asseguraram ontem que não saem mais dessa área e que esperam pela desapropriação do imóvel pelo Incra. "O fazendeiro, que é de Apucarana, retirou tudo o que tinha na propriedade e nos incentivou a ocupar a área, porque estava negociando com o Incra", diz Áureo César de Almeida, um dos líderes do grupo.

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