Em má fase desde o final da temporada passada e com um início de ano apagado, o meia Marcos Guilherme vem sendo cobrado pela torcida do Atlético . No jogo diante do Maringá, na quarta-feira (3), ele saiu na metade do segundo tempo, sob intensas vaias.
O treinador atleticano Cristóvão Borges tenta acalmar os ânimos e diz que ainda é cedo para cobrar performance do jogador, já que o trabalho do grupo está apenas no começo. “Não acho que é um momento ruim, é começo de temporada. É um jogador jovem, da casa, com potencial. Temos que ter tranquilidade e apoiar”, ressaltou.
Segundo o comandante rubro-negro, a função que tem pedido para o jogador desempenhar tem grande exigência física. Por isso, Marcos Guilherme se desgasta mais que os outros jogadores e acaba sofrendo com as cobranças da torcida. “A função dele é desgastante. Ele participa bastante e, na medida do possível, vamos descansar os jogadores. Mas estou satisfeito [com ele], está bem”, afirmou.
E o jogador tem alguns desafios pela frente. Além de reconquistar a torcida atleticana, o jogador terá que se adaptar ao estilo de jogo do comandante e terá concorrência para se manter no time titular. Apesar de ter sido defendido pelo comandante, o meia precisará condicionar seu estilo de jogo ao que o próprio Cristóvão tem trabalhado nos treinamentos, nos quais tem empregado um sistema de maior controle da bola, que dependa menos da velocidade de seus jogadores.
Além do estilo diferente, o jogador ainda deve ganhar a concorrência de Nikão para o setor, que se recupera de contusão e pode ganhar a vaga da jovem promessa entre os 11 rubro-negros.
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