Costela assada com vapor

O primo Celso Macedo, da Per­fec­ta, fabrica um forno combinado pa­ra assar costela, frango e leitão com vapor. Eu fiz em casa o mesmo. Temperei a costela (1 kg), co­­loquei numa assadeira com óleo de milho e coloquei no compartimento superior do forno com os ossos para baixo. No compartimento inferior coloquei uma forma de alumínio com água e liguei o forno em fogo forte. Quando o vapor começou a sair, pus no fogo médio. Depois de uma hora e meia, retirei a forma de água e coloquei a chama no máximo, sem mexer na costela e deixei assando mais uma hora.

E usei um novo molho. Num liquidificador moí meia cebola branca com 3 dentes de alho, meio copo de azeite de oliva Paganini, uma lata de cerveja branca e um pouquinho de páprica picante, também um pouco de coentro e de manjericão e finalmente uma colher de sopa rasa de sal. Temperei a costela, cobri com um plástico e deixei 24 horas na geladeira. E só depois assei.

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O engenheiro-civil David Goldbaum, amigo particular do Augusto Canto Neto e do jornalista Naym Libos, nos visitando numa manhã, contou essa historinha muito lembrada na colônia israelita:

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Jaime Nudelmann há décadas é coor­denador e responsável junto à colônia israelita de Curitiba para assuntos funerários. Em caso de falecimento de alguém na colônia, o Sr Jaime é chamado e cuida de tudo com muito carinho e na forma ritualística.

Certa manhã, um comerciante judeu foi atropelado por um veículo perto de sua loja na Praça Tira­den­tes, sem maiores consequências, mas chegou a desmaiar por al­guns instantes. Por coincidência, pas­sava por ali naquele momento, o Sr. Jaime. O comerciante judeu re­cuperou os sentidos e a primeira pes­­soa que viu foi ele, o dedicado patrício.

Assustado e ainda deitado na calçada, foi logo perguntando:

– "Jaime, quer dizer que morri e você já veio me buscar?"

– "Não, meu querido irmão. Você sofreu um acidente, desmaiou e está tudo bem", esclareceu Jaime Nudelmann.

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A carona do Tato

Disputando uma partida de futebol que se desenrolava numa chácara em Colombo, o Dátames "Tato" Egg, em­­bora sessentão, comandava com maes­­tria o ataque do Pobreza Fu­­te­bol de Pelada até ser vitimado por u­ma jogada violenta que precipitou o fim da peleja. Inconformado, o Ta­­to não parava de provocar o zagueiro au­­tor da jogada desleal. A confusão só terminou quando o zagueirão re­­sol­veu ir embora. O Tato então en­­cheu o peito e entrou no bar "contando vantagens" para aqueles que fi­­ca­ram para a cerveja. Minutos depois, ao lembrar que estava sem carro e a cer­­vejada ali iria demorar, o coroa bri­­gão correu em direção a um cadete branco com películas escuras nos vi­­dros que se aproximava e pediu ca­­ro­­na. Abriu a porta e, quando viu, não pode fazer mais nada além de sor­­rir constrangido e seguir "quietinho" a carona que pegou com o za­­guei­­ro com quem tanto discutira minutos antes e que já se divertia numa boa com o "mico" do velhão.