A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, voltou a defender nesta segunda-feira, 29, a criminalização da homofobia. A declaração foi dada após ser questionada sobre os comentários considerados preconceituosos do candidato a presidente Levy Fidelix (PRTB) no debate da Rede Record de Televisão no domingo, 28. "Meu governo e eu, tanto publicamente quanto pessoalmente, somos contra a homofobia e acho que o Brasil atingiu um patamar de civilidade no qual todos nós não podemos conviver com processos de discriminação que levem à violência", disse durante entrevista coletiva, em São Paulo.
Dilma lembrou ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF), ao reconhecer a união estável entre casais do mesmo sexo, garantiu os direitos civis a todos os cidadãos. "O STF foi claro e definitivo. Isso não está mais em discussão", afirmou. Ela, no entanto, evitou responder se aceitaria o apoio de Fidelix num eventual segundo turno. "Estou no primeiro turno e não vou fazer precipitação. Só falo em segundo turno depois do voto depositado na urna e computado."
- Dilma defende BNDES e bancos públicos em coletiva
- Marina muda versão sobre CPMF e ataca PT
- Incêndio atinge edifício do comitê de Dilma
- Presidente não é dono do BC , nem da PF e da Petrobras, diz Gustavo Franco
- Contra venda de votos, Justiça restringe saques em RR
- Rede diz que declaração de Fidelix foi homofóbica
- Aécio condena declaração de Levy Fidelix sobre homossexuais
- Ibope: Richa fica estável e pode vencer no primeiro turno
- Registro do Senado mostra que Marina votou contra CPMF
- Em meio a disputa no PSB, Marina faz comício em Recife
Ações de Moraes ganham proporção global: veja a linha do tempo dos embates
Reação do Itamaraty ao cerco contra Moraes escala tensão com EUA
Citando ordens de Moraes, Câmara dos EUA exige relatórios das big techs sobre censura
Censura e violência política fazem Brasil despencar 6 posições em ranking de democracia
Deixe sua opinião